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CONCURSO MUSEU DO MEIO AMBIENTE
No projeto do edifício de exposições de longa duração, o desafio consistiu em integrar as duas edificações de tal modo a diluir a ideia de um bloco “anexo” a um principal, e para isso se utilizou como referência a composição volumétrica do edifício clássico do Museu. O projeto do novo Museu tem um forte significado ambiental, pois faz analogia e é uma abstração da estrutura das árvores, onde um corpo central sustenta todas as suas ramificações, e cujo topo fornece sombra e capta energia e água para alimentação do próprio organismo.


Todo o perímetro do edifício recebeu fechamento em folhas retráteis de madeira, que funcionam como “brises móveis”, evitando a insolação e trazendo o máximo de luz e ar para os ambientes. A escolha de estrutura metálica buscou otimizar a construção, reduzindo o tempo de obra e os resíduos gerados no canteiro, permitindo grandes vãos e visibilidade do entorno. Painéis de captação de energia solar poderão ser paulatinamente acoplados à estrutura da coberta, enquanto os dois terraços da cobertura possuem calhas de captação de águas pluviais que serão utilizadas para uso dos banheiros e irrigação dos jardins.
O volume do auditório e administração buscou integração às condicionantes do entorno, principalmente devido à excessiva proximidade de árvores de grande porte. As soluções estruturais e de proteção contra insolação foram basicamente as mesmas adotadas no Museu, sempre buscando uma dinamicidade na forma e o máximo de eficiência ambiental e energética.
A estrutura paisagística fundamenta-se na criação de eixos compositivos que norteiam o fluxo de pedestres e veículos, gerando espaços bastante definidos e valorizando o desenho do jardim histórico. Aos aspectos funcionais somam-se a preocupação climática e o conforto dos usuários: atividades de descanso e contemplação foram dispostas nas zonas mais arborizadas, sombreadas e com menor propagação de ruído; já as temporárias e de passagem, nas menos arborizadas.